segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O doce momento

Com leve sorriso no rosto a menina a o observava, a ouvia, e a sentia, aquele vento que o a acompanhava a deixava ainda melhor, um vento rápido que corria conforme ela caia ,fazendo-se  uma bela melodia com um som parecendo-se as vezes o belo som de uma flauta.

Cada gota que caia podia-se ouvi o barulho no telhado, cada gota que pingava na janela aberta dava pra sentir o friozinho refrescante, sentia-se seu cheiro, o aroma provocando uma maravilhosa sensação a deixando Zen , o aroma de grama molhada, que sentia cada vez mais que o vento teimoso assoprava, toda essa sensação fazendo com que a alma entre em um estado de paz, e o corpo sentindo a leveza daquela água caindo, via-se também a alegria das crianças na rua pulando e brincando com ela, a alegria que ela trazia com ela.


A garota se levantou do local que estava deu uma bela espreguiçada pegou um livro e um cobertor sentou-se novamente e aproveitando a sensação se aventurou em seu livro, até que caísse em um doce sono profundo que a chuva a proporcionou pela recompensa de sua admiração.

domingo, 17 de maio de 2015

O caderno

Todo dia na volta da escola faço o mesmo caminho, porém certa vez resolvi mudar um pouco e fui pelo caminho que passava por uma praça, eu estava caminhando quando uma garotinha que aparentemente tinha uns 9 anos veio correndo em minha direção e disse "Por favor pegue esse caderno" a garota então deu o caderno em minha mão e saiu correndo,como eu estava exausto resolvi não ir atrás dela e fiquei ali olhando o caderno que tinha uma capa preta e a única coisa escrita nele era "Escreva e acredite" resolvi não jogar fora e o coloquei na minha mochila.
Quando cheguei em casa o almoço já estava pronto, almocei e fui para meu quarto, foi ai que resolvi olhar novamente aquele caderno, quando o abrir além da frase "Escreva e acredite" estava "Escreva seu desejo e o veja ser realizado" fiquei tentando me lembrar se aquilo estava lá antes, mas eu tive certeza que não estava, resolvi então guarda o caderno e tentar encontrar a garota no dia seguinte.
No outro dia voltando da escola fiz o mesmo caminho pela praça na esperança de encontrar aquela menina de apenas 9 anos e nada, resolvi olhar novamente o caderno e mais uma coisa havia aparecido, tentando manter a calma fiquei olhando aquele caderno que agora estava escrito "Você não vai escrever?", não sei por qual motivo resolvi pegar uma caneta e escrever "Que a professora de matemática falte amanhã", guardei o caderno e fui para casa.
 No dia seguinte chegando na escola tive a notícia que teria duas aulas vagas pois a professora tinha faltando, "Conhecidencia" foi oque eu pensei, peguei minha coisas e fui para a Biblioteca. Agora eu estava na biblioteca encarando aquele caderno e tentando me concentrar para estudar pois teria prova na 3°aula mas aquele caderno não deixava, algo me chamava para escrever nele foi ai que tive a ideia de escrever para eu tirar 10 na prova, eu não estava acreditando naquilo mas resolvi tentar...
A coisa começou a ficar séria quando no dia seguinte tive a notícia que eu tinha tirado 10 na prova, agora era duas coisas que havia se realizado ou duas conhecidencias... Novamente peguei o caderno e escrevi "Que comece a chover" mal terminei de escrever o "R" e uma chuva começou, não tinha como ser três conhecidencias, assustado peguei o caderno e o guardei em uma caixa...
Você deve está achando que resolvi pegar o caderno e escrever vários desejos, mas na verdade peguei o caderno e o enterrei na praça que a garotinha havia me dado ele, pode ter sido meras conhecidencias oque eu escrevi ter se realizado ou talvez não... E ter um caderno que realiza seus desejos não é boa coisa, ele pode acabar caindo em mãos erradas e imagine coisas que dar para fazer com ele, pessoas ruins com certeza usarão ele para o mal. Tentei queimar o caderno porém de uma maneira misteriosa ele não pegava fogo, tive então que enterra-lo... Mágico ou não espero que ninguém o encontre, acredito que ser livrar dele foi o certo a fazer.

sábado, 16 de maio de 2015

Viajem a Trindade Paraty- RJ

Agora uma história de uma viajem que fiz ano passado em 2014, aconteceu tanta coisa nessa viajem de apenas 1 dia e meio que vale apena postar aqui.
Ida > 5 de Dezembro de 2014 Volta > 7 de Dezembro de 2014.
    A arrumação da mala foi simples, a viajem seria 1 dia e meio e não havia necessidade de muita roupa, minha mãe levou isso a serio demais e disse para nem pijama levar, não dei tanta atenção e levei o que eu iria precisar, menos um vestido pois não estava encontrando minhas roupas (Claro meu guarda-roupas é uma zona total). Após terminar minha mala, que está leve, confortável, pois só estava levando Shorts, blusinhas, biquíni, roupas intimas e uma bolsa de mão com o livro Jogos Vorazes em chamas, meu óculos, maquiagem e acessórios... Até ai tudo bem, até minha mãe por um monte de coisas da minha bolsa e ela se tornou estufada e desconfortável.
Como minha mãe sempre enrola para sair fiquei na sala conversando com minha amiga pelo WhatsApp ,depois me despedi da minha gata e da minha Hamster , dei tchau para minha amiga e assim minha mãe e eu partimos para a Aventura,Viajem.
   Subimos até a esquina da nossa rua onde passa ônibus, pegamos um até a estação Corinthians-Itaquera onde pegamos o metro até a estação Palmeiras- Barra Funda. Ao chegamos lá um homem de um grupo dar sinal como se estivesse chamando a gente, então minha mãe resolve se aproximar...Percebemos que o grupo é estranho e mal educados, logo avistamos nossa amiga que se junta a nós, ela também estranha o grupo, pois não estão com malas tipo a nossa e estão vestidos com roupas de festa (????). O grupo começa a andar e os seguimos um pouco, então minha mãe resolve perguntar se aquele grupo estava indo para Trindade, "Não a gente estamos indo para a balada" o grupo responde, nós três rimos até encontrar o grupo certo, percebemos que são mais educados, conversão com a gente, e tem também gente pela primeira vez viajando com aquele grupo, assim como nós. O grupo no total são 15 pessoas sendo 4 homens contando com o motorista. Ás 00:30 saímos a caminho da Vã, ao chegamos as malas quase não cabem no porta mala, dentro dela havia 3 lugares sobrando 2 no fundo e 1 na frente, eu e minha mãe vamos no fundo e nossa amiga na frente, percebemos então o fundo não é nada confortável, os bancos retos e sem nenhum espaço para as pernas, ótimo seria 6 horas de viajem nada confortável...  
   A viajem é tranquila as meninas ao nosso lado conversam com a gente, sou a mais nova do grupo,eles tem idades entre 20 a 30 anos. Nós no fundo quase não dormimos, não sei se dormir mas algumas partes da viajem eu não me lembro; ao chegamos na serra tem um carro a nossa frente (ou melhor uma tartaruga)  Alguns carros arriscam ultrapassar, mas nosso motorista não, vamos então numa velocidade lenta freando toda hora, a serra é com descidas e subidas e o pessoal percebe que o motorista está lento e vai acordando ,o grupo recomenda parar um pouco, então paramos em frente a uma casa com plantação de macumba, e para melhorar estamos sem freios, no meio da estrada,no escuro ficamos parados até avistarmos um carro lá no fundo , o carro fica parado com os faróis em nossa direção, ficamos preocupados, pensando ser bandidos, até que o carro dar sinal e vai se aproximando virmos então que é um carro de polícia que para atrás de nós, duas pessoas descem da Vã para ver oque está acontecendo, ao voltarem dizem que era para acompanhar o policial até a delegacia , depois falam que é brincadeira e que o policial disse que estamos no fim da serra e dar para seguir em frente, mesmo sem freio.
  Depois é tranquilo, o freio volta, mas já estamos desconfortáveis, chegamos a um lugar e paramos a Vã, deixamos as malas e seguimos em frente para a trilha que vai para a praia do sono, imaginava uma trilha mais pesada, porém foi tranquila, fui andando na frente e minha mãe lá no fundo conversando a amiga dela. 
Foto: Praia do sono (tirada por mim )
  Ao chegamos lá encontramos um banheiro e se trocamos, eu e a amiga da minha mãe entramos na água , minha mãe porém não, nós duas saímos da água e pegamos minha mãe e a puxamos até a água...Bem as ondas são forte e  a praia contém muitos buracos mas não é tão funda, sem percebemos a correnteza nos leva para o lado direito da praia, com água na cintura de repente ficamos sem pé e começamos a nós afogar, minha mãe então degiste de nos ajudar e sai para procurar ajuda já que eu e nem a amiga na minha mãe sabemos nadar, o momento é tão rápido que a água volta volta ao normal...(agora sei por que o nome "praia do sono" ia dormir nessa praia pra sempre) Essa praia é muito estranha, depois do susto nós e o grupo vamos tomar café em uma barraquinha na beira da praia, pois era 8:00 horas da manhã os donos da venda cobra um valor pra todo mundo ,pensamos que seria um belo café por causa do preço, porém foi só um café com pão de forma,presunto e queijo. Na volta a maioria volta pela trilha, mas nós três e mais outras três meninas voltamos de barco.
Foto: Camp
      O barco deixou a gente em uma lugar para ir de perua até a Vã, o caminho que a perua fez foi pela uma área residencial luxuosa com casões, quadras de tênis, campos de golf, porém não podia tirar foto nessa área. Depois de chegamos na Vã ficamos esperando o pessoal chegar e formos há caminho do Camp, na estrada avistarmos um Bicho-Preguiça, paramos e tiramos foto dele e tiramos ele da estrada, quando chegamos no Camp,montamos as barracas e almoçamos, depois das 3 horas nós três e mais algumas pessoas formos passear em outras praias,fizemos algumas trilhas, voltamos e dormimos.

No outro dia estava combinado de todo mundo acordar cedo para pegar a trilha até o Caçadacho,uma piscina natural, mesma trilha que havíamos feito ontem só que andando um pouco mais, quando acordamos formos escovar os dentes e tomar café da manhã com algumas pessoas, sem avisar o resto do grupo já havia ido sem nós, por sorte já conhecíamos a trilha e então formos até o Caçadacho, quando chegamos o pessoal já estava lá e um dos caras havia cortado o pé nas pedras, minha mãe examinou o machucado dele, pois ela é enfermeira, o o cara foi de barco até o hospital mais próximo para levar pontos, aproveitamos muito o local e depois voltamos para o Camp desmontar as coisas e voltar para a casa,por sorte dessa vez não formos no fundo e a viajem foi bem tranquila e rápida durou apenas 4 horas.
E essa foi a viajem que eu quase fui para uma balada,viajei desconfortável,corremos risco de ser assaltados,quase morri afogada, conhecemos casa de ricos, formos esquecidas pelo grupo, e que mesmo assim foi uma viajem fantástica que deu uma bela história.

Livros esquecidos (poesia)

Quando será,
Quem será
Ficarei ou irei?
Quem me comprará,                                      
Quanto tempo mais aqui eu ficarei.

Por que não se importam mais conosco
Seu velho amigo de papel,
O qual você era fiel
Eu virei Tosco?

Na prateleira ficarei
E pelo visto, daqui não sairei!

Meu Livro

A história que estou escrevendo atualmente se chama "Porta para o futuro" na verdade já escrevi ela faz muito tempo,quando teve um trabalho na escola o qual tinha que escrever um livro, e então Nasceu meu Livro, porém relendo novamente vi que havia coisas a melhorar foi ai que comecei a rescrever. Resumidamente a a história é essa:  Vivi, Ana, Gabriel, Lucas e Pedro têm idades entre 12 e 13 anos. A história ocorre no ano de 2014, e em seu primeiro dia de férias de Verão encontram um portal misterioso onde os levam para o ano de 2051, eles  vivem muitas aventuras ,em um tempo que nunca viveram
Mas coisa acontece e são obrigados a voltar no passado e destrói o portal mas isso será uma tarefa difícil.

Ainda não acabei, mas até o momento já tenho minha parte favorita da história que postarei aqui:
 " (...) -Podemos pelo menos dar uma volta por ai?
-Melhor não Pedro, termos de dar um jeito de como voltar ao ano de 2014 – respondeu Gabriel em um tom calmo
-Gabriel... – Lucas falava num tom bem bravo – não é todo dia que você viaja no tempo sabe...
-Melhor não Lucas...
-Quer saber Gabriel, estou de saco cheio de você, de todos vocês, que não querem saber de aventura!
Lucas saiu correndo pela cidade, todos olhavam aquilo sem entender o porquê de ficar tão bravo.
-Eu... Eu vou atrás dele. Falou Anna saindo correndo atrás de Lucas.
-Bom, se eles saíram, vamos dar uma volta também. Falou Pedro.
-Eu vou junto também Pedro. Falou Vivi.
-Ei vocês... Tentou falar Gabriel.
E assim Gabriel ficou sozinho ali, esperando seu amigos aparecem, resolveu então jogar no seu vídeo game portátil.

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Anna corria desesperada atrás de Lucas, estava brava com o garoto, mas isso não significa que não se preocupa com Lucas,
“Lucas meu amor, não faça nenhuma besteira, seu cabeça quente” era oque Anna pensava enquanto corria atrás de Lucas, ele tinha sumido de uma maneira quase impossível de achar ele, até que finalmente o encontrou, ele olhava fixamente para a fonte que ficava no centro de uma praça, só estavam os dois ali, Anna se aproximou de Lucas sem dizer uma única palavra se juntou ao menino e ficou olhando a água que saia da fonte, Lucas parecia que nem havia notado a presença da menina, estava de um jeito como se o mundo ao seu redor tivesse parado, até que finalmente quebrando o silencio Lucas falou.
-Por que?
-Hã? Anna não entendeu o “Por que” de Lucas.
-Por que veio atrás de mim?
-Porque eu se preocupo com você, Lucas.
-Hum... Lucas falou apenas aquilo e voltou a olhar fixamente para a fonte.
-Por que não queria que os outros soubessem que você sabe ser um bom líder?
-Ana... –Lucas falava num tom calmo – Está vendo essa fonte? As pessoas jogam moedas para fazer desejos certo? E se jogassem moedas demais, a fonte não aguentaria tanta moeda, assim irritando pessoas que esperava mais dela.
-Não entendo onde você está querendo chegar.
-Na minha antiga escola, eu era um bom líder do grêmio da escola e sempre era escolhido para ser líder de outras coisas, isso você já sabe, bom Anna, as pessoas esperavam muito de mim, porém não consegui atingi as expectativas a partir dai todos começaram a me ver como um chato que se achava demais.
-Você tem medo disso acontecer de novo né?
-Sim...
-E oque isso tem haver com a fonte?
-Ei dei um exemplo perfeito e você não entendeu? Você é mesmo burra sabia!
-Como ousa seu...
-Haha brincadeira.  Lucas estava de volta com um sorriso no rosto.
-Nossa você sorriu.  Isso fez com que a menina abrisse também um sorriso no rosto.
-Anna desculpe por te chamar de Anã, eu não queria...
-Tudo bem Lucas, eu te desculpo seu cabeça quente.
Lucas deu um abraço então em Anna, que fez com que a menina olhasse para ele de uma maneira diferente, seu coração bateu mais forte com aquilo, os dois ficaram abraços ali durante muito tempo, nenhum deles queria que o tempo passasse, queriam que aquele momento durasse para sempre..."

A noiva na Estação

Como primeira potagem resolvi postar uma atividade que tive que fazer na escola, você tinha que observa uma fotografia de Bóris Kassoy e representar, por meio de um desenho ou texto, o que eu achava que a noiva estava pensando, eu escolhi representar por meio de um texto.

     
 "Esperei anos por esse momento,der repente o mundo desmorona, estou em uma paisagem abandonada... é assim que me sinto, como uma escada , minha vida parecia perfeita subindo cada degrau, de repente ,comecei a descer. Me sentia feliz com muita energia como esse fios elétricos sob minha cabeça. Nem o dia está feliz, está todo cinza parecendo que a qualquer momento cairá como uma tempestade, tudo que tenho que fazer agora é olhar para frente, seguir em frente... será que conseguirei? só Deus sabe..."



Foto: A Noiva na Estação, Bóris Kossoy, 1970.